Conectar • Fomentar • Desenvolver
  • fale conosco
  • 82 3327-3465
ÁREA DO ASSOCIADO
ADIT Brasil
  • ADIT Brasil
    • Institucional
    • Estrutura Administrativa
    • Associe-se
  • Eventos
    • ADIT On The Road - Curitiba
    • ADIT Juris
    • ADIT Share
    • ADIT Arq
    • ADIT Invest
    • COMPLAN
  • Agenda
    • 10 de fevereiroPasso a passo para consolidar a experiência e fidelização do cliente de multipropriedade
    • 24 de fevereiroGestão de Stakeholders em Projetos de Desenvolvimento Urbano
    • 26 e 27 de fevereiro 2026ADIT On The Road - Curitiba
    • Ver todos
  • Cursos e Missões
  • Conteúdos
    • Artigos / Matérias
    • Webinars
    • Podcast Além da Curva
    • Podcast Alta Temporada
    • Podcast Talks
    • Perfil
    • Livros
    • Pesquisas/Estudos
    • Vídeos
  • Associados
    • Diretório de Associados
    • Clube de Benefícios
    • Adit Meets
    • Associe-se
Logo adit ondemand
ADIT Brasil

Artigos / Matérias

Entenda fatores que fizeram Brasil despontar no turismo em 2025

06/02/2026
  • Compartilhe:
(Imagem: Freepik)

País faturou mais de R$ 185 milhões e recebeu quase 10 milhões de estrangeiros.

O turismo brasileiro registrou um novo recorde histórico em 2025 com faturamento de R$ 185,2 bilhões de janeiro a outubro. O levantamento foi disponibilizado pela FecomercioSP, elaborado a partir de informações do IBGE e é o maior valor já registrado na série histórica da entidade, iniciada em 2011.

Em comparação com o mesmo período de 2024, a alta foi de 6,4%. Além disso, o maior crescimento percentual ficou com o setor de alojamento, que, de janeiro a outubro, faturou um total de R$ 22,6 bilhões. A alta foi de 11,2% em relação ao mesmo período de 2024.

Mas os bons números não surgiram do nada e especialistas concordam que esse é o resultado de uma série de fatores trabalhados em conjunto. Para entender melhor o desenrolar desse cenário é preciso voltar o olhar para alguns anos atrás, como conta Gabriela Schwan, CEO da Gabriela Schwan Hospitality Consulting.

“Desde a pandemia, o Brasil viveu um período de baixa entrega de novos empreendimentos turísticos e hoteleiros. A combinação de juros elevados, custo de capital restritivo e maior seletividade dos investidores reduziu significativamente o volume de novos projetos”, destaca Schwan.

“Esse cenário de oferta limitada, diante de uma demanda que se recuperou de forma consistente, pressionou positivamente indicadores como o RevPAR (revenue per available room, em português, receita por quarto disponível), especialmente em destinos consolidados e empreendimentos bem posicionados.”

Gabriela Schwan

Schwan também pontua que houve um trabalho particular em relação à mão de obra, dessa vez focados em retenção de talentos e estabilidade operacional como meio de alcançar e preservar a percepção de qualidade do hóspede sobre o empreendimento.

“Além disso, o setor avançou em eficiência operacional. Mesmo com crescimento volumétrico moderado, hotéis passaram a operar com maior foco em produtividade, controle de custos e inteligência de receita”, completa a empresária.

Quase 10 milhões turistas estrangeiros

Um outro crescimento que não pode ser ignorado quando se fala de faturamento no turismo são os quase 10 milhões de turistas estrangeiros recebidos no Brasil em 2025. Foram mais de 9,2 milhões de viajantes internacionais e o resultado representa um aumento de 37,1% em comparação ao ano anterior e também advém de uma combinação de acontecimentos que favorecem o setor no país.

“Entre eles, destaca-se o aumento da demanda internacional, impulsionado por uma taxa de câmbio favorável que torna o Brasil um destino mais acessível e competitivo para estrangeiros, associada a uma agenda de eventos de porte internacional cada vez mais pujante”, explica Guilherme Martini, VP sênior de operações, marketing e vendas na Atlantica Hospitality International.

Tudo isso fortaleceu de maneira ainda mais particular a entrada de viajantes vindos dos países vizinhos. Segundo Caio Calfat, diretor-geral da Caio Calfat Real Estate Consulting e presidente do conselho da ADIT Brasil, crises e inflação no exterior afetam diretamente os números brasileiros desse setor.

(Imagem: Freepik)

“O câmbio, que continuou sendo muito atrativo para o europeu, especialmente mas também para o americano vir para o Brasil. Depois nós tivemos também um aumento de entrada daqueles países que mais enviam turistas para o Brasil, como Argentina, por exemplo, Chile, Paraguai”, diz.

Contudo, a Argentina manteve a liderança absoluta, enviando mais de 3,3 milhões de turistas para diferentes regiões e estados brasileiros. Mais que a facilidade no acesso e o custo-benefício, as mudanças na política e economia do vizinho sul-americano tiveram um papel fundamental nesse movimento.

“Houve um aumento também, até porque houve uma melhora da economia interna desses países. O argentino ficou muito tempo retraído para entrar no Brasil durante o governo anterior pela crise, inclusive a inflação altíssima na Argentina e tudo mais. E dos quase 10 milhões de turistas que o Brasil vem a receber, praticamente 10 a 15% são argentinos”, enfatiza Calfat.

O que esperar para a agenda de 2026

Para 2026, o calendário está completo de datas que mudam a dinâmica e rotina da população, como a Copa do Mundo, que acontecerá entre 11 de junho e 19 de julho, o Canadá, México e EUA, e a eleição presidencial, com primeiro turno marcado para 04 de outubro em todo o país — fora os diversos feriados prolongados.

“Eventos funcionam como alavancas de demanda, reduzem a sazonalidade e fortalecem o turismo de lazer e negócios. No entanto, capturar esse valor exige planejamento estratégico e integração entre hotelaria, eventos, gastronomia e comércio”, constata Schwan.

(Imagem: Freepik)

Por essa razão, ainda que os eventos impulsionem o turismo na maioria dos casos, é importante entender como o fluxo de viagens e os destinos podem ser alinhados. Esse cuidado evita uma surpresa negativa em relação ao comportamento do consumidor.

“Eventos internacionais como a Copa tendem a mudar a lógica sazonal do mercado, interferindo na agenda de viagens corporativas e de lazer. O segmento de viagens corporativas em destinos-chave pode enfrentar certa retração durante os períodos de maior intensidade eleitoral, já que as empresas tradicionalmente ajustam suas agendas para evitar deslocamentos em momentos de instabilidade”, elucida Martini.

“Já os feriados prolongados, principalmente nas regiões costeiras e em destinos de campo, têm o potencial de gerar picos de faturamento junto ao público de lazer, sobretudo se forem acompanhados de campanhas promocionais que explorem o turismo regional e familiar.”

Guilherme Martini

Tickets médios atrativos e lucrativos

Mesmo com o faturamento alto, um desafio para os empreendimentos turísticos e de hospitalidade é manter tickets médios lucrativos, mas ainda atrativos para os viajantes, sem afetar a qualidade do serviço oferecido em nenhum momento. Para Calfat, o primeiro passo para driblar a situação é compreender as oscilações de ocupação.

“A questão toda é em relação à sazonalidade. Os hotéis cobram muito caro na alta temporada, porque eles passam boa parte do ano vazios ou quase vazios. Havendo uma possibilidade de equilibrar essa sazonalidade, fatalmente o ticket médio vai baixar, porque a própria concorrência vai obrigá-los a fazer isso”, ressalta.

“Então, o dia que essa sazonalidade diminuir, os tickets médios vão diminuir também e aí passa a ser mais atrativo para os viajantes.”

Caio Calfat

Martini defende que uma combinação de estratégias inteligentes de Revenue Management (gestão de receitas) e diferenciação por valor agregado pode manter tickets médios ponderados entre lucro e atratividade.

“Primeiramente, personalização se torna essencial: criar pacotes integrados que combinem hospedagem com experiências únicas, como turismo gastronômico, aventuras ecológicas ou roteiros culturais, pode justificar preços premium”, diz o executivo.

Fora isso, Martini sugere alternativas de inovação que sejam benéficas não apenas para o hóspede, como para todo o ecossistema no qual o empreendimento está inserido. Isso pode ir desde sistemas de pontos e fidelização do cliente até práticas de ESG.

(Imagem: Freepik)

“Outra abordagem estratégica inclui investir em programas de fidelidade e sustentabilidade, fatores cada vez mais valorizados que aumentam a percepção de valor do cliente, transformando a percepção de preço elevado em um investimento memorável e ético”, conclui.

Schwan também aconselha a investir na diversificação de receitas, já que o modelo centrado exclusivamente na diária tende a perder eficiência com essas flutuações de ocupação ao longo do ano. Dessa forma, eventos, gastronomia, wellness e serviços complementares ampliam o faturamento e aumentam a rentabilidade do ativo.

“O revenue management assume papel central nesse contexto, permitindo crescimento da diária média e do RevPAR acima da inflação. Ampliar o TrevPAR (total revenue per available room, em português, receita total por quarto disponível) é uma das grandes alavancas do setor, inclusive com a reavaliação de modelos terceirizados de A&B, que podem ganhar eficiência com maior controle e integração à experiência”, indica Schwan.

  • Por Maíra Sobral – Coordenadora de conteúdo na ADIT Brasil
  • Compartilhe:

Mais notícias

  • Curso da ADIT Brasil vai ensinar do estudo de viabilidade à implantação de produto de multipropriedade turística

  • Turismo sustentável ganha força e consolida novo padrão de competitividade no setor

  • Em março, 15ª edição do ADIT Juris acontecerá em Salvador

  • ADIT Brasil realizará primeiro curso completo de desenvolvimento de multipropriedades turísticas em março de 2026

Insights

Receba conteúdo útil e relevante sobre os mercados imobiliário e turístico.

ADIT Brasil
  • Página Inicial
  • Institucional
  • Estrutura Administrativa
  • Eventos
  • Agenda
  • Cursos e Missões
  • Webinars
  • Artigos / Matérias
  • Podcast Além da Curva
  • Podcast Alta Temporada
  • Podcast Talks
  • Pesquisas / Estudos
  • Livros
  • Vídeos
  • Associados
  • Fale Conosco

ADIT Brasil

  • Institucional
  • Estrutura Administrativa
  • Associe-se

Eventos

  • ADIT On The Road - Curitiba
  • ADIT Juris
  • ADIT Share
  • ADIT Arq
  • ADIT Invest
  • COMPLAN

Cursos e Missões

  • Curso: Associação como ativo de valor para projetos imobiliários com etapa prática na Riviera de São Lourenço
  • Missão Técnica Hotelaria de Luxo em São Paulo
  • Curso: Inteligência Comercial para Projetos Imobiliários
  • Missão Técnica Balneário Camboriú Vertical
  • ESCRITÓRIO:
    Maceió Facilities - R. Gen. João Saleiro Pitão, 1037 - Sala 11A - Ponta Verde, Maceió - AL, 57035-210

    Horário de funcionamento: Segunda a Sexta: 8h às 12h / 13h às 17h

    ASSOCIACAO PARA O DESENVOLVIMENTO IMOBILIARIO E TURISTICO DO BRASIL
    CNPJ: 08.116.783/0001-85
    comunidade@adit.com.br

Great Place To Work

Copyright © 2019

  • 82 3327-3465

Copyright © 2021

Desenvolvido por Yooh

Menu

  • Página Inicial
  • ADIT Brasil
    • Institucional
    • Estrutura Administrativa
    • Associe-se
  • Seminários
  • Agenda
  • Cursos e Missões
  • Conteúdos
    • Artigos / Matérias
    • Webinars
    • Podcast Além da Curva
    • Podcast Alta Temporada
    • Podcast Talks
    • Perfil
    • Livros
    • Pesquisas/Estudos
    • Vídeos
  • Associados
    • Diretório de Associados
    • Clube de Benefícios
    • Adit Meets
    • Associe-se
  • Fale Conosco
  • Logo adit ondemand